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Tendências do mercado imobiliário para 2026: o que vai mudar para compradores, vendedores e corretores

  • dpbolina
  • 19 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

Em 2026, o mercado imobiliário deve entrar em fase de ajuste e recuperação, não de euforia. A expectativa é de queda gradual dos juros, o que tende a destravar financiamentos, trazer mais famílias de volta para o sonho da casa própria e aumentar a liquidez dos imóveis, principalmente os bem localizados.


A tecnologia deixa de ser diferencial e vira requisito básico: sites bem feitos, boas fotos, tours virtuais, CRM, automações e uso de dados/IA para avaliar imóveis e cuidar de leads serão parte do dia a dia de corretores e imobiliárias que quiserem competir de verdade.


O comprador chega muito mais informado e exigente. Ele pesquisa tudo online, compara bairros, cidades e tipos de imóvel, lê blogs, vê vídeos, usa simuladores. Conteúdo educativo (guias, artigos, posts explicando financiamento, investimento, renda com aluguel etc.) vira ferramenta central para atrair e qualificar leads.


Sustentabilidade e eficiência energética ganham peso real na decisão: imóveis que ajudam a economizar em contas e têm soluções “verdes” tendem a ser mais valorizados e mais fáceis de vender. Ao mesmo tempo, crescem novos modelos de investimento, como propriedade fracionada e plataformas de crowdfunding, permitindo que pequenos investidores entrem em negócios maiores, com foco em renda de aluguel.


Geograficamente, cidades médias, interior e regiões com melhor qualidade de vida continuam ganhando protagonismo, impulsionadas pelo trabalho remoto/híbrido. E o mercado de locação segue forte, com demanda alta por studios, imóveis compactos e já mobiliados.


No fim das contas, 2026 aponta para um mercado menos “aventura” e mais profissionalização: quem dominar tecnologia, dados e relacionamento de longo prazo com o cliente tende a se destacar.

 
 
 

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